«(…) Num país de pequenas dimensões, o facto de existir proximidade com a água (Atlântico a Ocidente, Mediterrâneo a Sul), aliado ao clima temperado pelo cruzamento dos ventos quentes do Norte de África e de temperaturas mais baixas provenientes das brisas atlânticas, constituiu aliciante para a fixação de povos nesta área.»
«Da análise do mapa português torna-se fácil perceber isso. Em primeiro lugar, a maior parte da camada populacional concentra-se nas zonas de litoral, onde a pesca foi, desde tempos antigos, o principal meio de subsistência; em segundo lugar, curiosamente, existe, nos dias de hoje, sobreposição das zonas onde o cultivo da vinha é o produto principal com os antigos domínios da Ordem dos Templários e da posterior Ordem de Cristo: Alto Douro, Nordeste Transmontano, Ribatejo, Alto Alentejo e Sudeste Algarvio.»
«(…) Todas estas áreas eram de fundamental importância para a protecção de Portugal ante invasões marítimas, castelhanas ou muçulmanas.»
in Templários em Portugal: A Verdadeira História, de Pedro Silva
29 de março de 2007
28 de março de 2007
Sons da lusofonia
Cara bonita, voz doce, canções melodiosas e ritmos suaves. Sara Tavares, nascida em Portugal mas de ascendência cabo-verdiana, encheu de público o São Jorge, na noite de terça-feira, para ouvir o concerto de encerramento da digressão do seu mais recente álbum, Balancê, editado em Novembro de 2005 e Disco de Ouro. A diferença é abismal relativamente a 1994, em que, com apenas 16 anos, venceu o programa Chuva de Estrelas da SIC e o Festival RTP da Canção.Além do bom concerto, é sempre bom voltar a uma das mais emblemáticas salas de cinema do país, tão ligada ao imaginário de meninice de tantos lisboetas. As portas da entrada estão sempre escancaradas, num convite expresso a subir a escadaria e tomar um café no bar ou na esplanada sobranceira à Avenida da Liberdade. Não deixem de (voltar a) visitar esta pérola da Lisboa de outros tempos, antes que desapareça. É que também são as pessoas que dão alma aos lugares e os mantêm vivos. E, claro está, não deixem de ouvir o excelente disco da cantora lusófona.
27 de março de 2007
A inutilidade de Lobo Antunes
Os comentários ao texto Onde é que isto vai parar? fizeram-me lembrar algumas palavras do escritor António Lobo Antunes, completamente avesso às novas tecnologias, por alturas do lançamento do seu último livro, Ontem Não te Vi em Babilónia, em Novembro de 2006. «Não tenho cartão multibanco, não sei abrir um computador ou um DVD... Sou uma criatura completamente inútil. Só sirvo para escrever livros».
Uns fazem-no directamente no computador, outros ditam simplesmente o texto a outra pessoa para esta o teclar, poucos usam ainda a máquina de escrever e alguns rabiscam palavras com a sua própria letra, quase ilegível, em folhas de papel. É o caso de Lobo Antunes, autor de As Naus, livro onde coabita «gente conhecida de há muitos séculos, personagens distantes das aventuras históricas, marítimas e muitas vezes trágicas, e que por artes literárias acabam na dimensão de humanos que um dia lhes pertenceu», conforme se lê na lombada. Deixo um pequeno excerto para abrir o apetite...
«(...) Era uma vez um homem de nome Luís a quem faltava a vista esquerda, que permaneceu no Cais de Alcântara três ou quatro semanas pelo menos, sentado em cima do caixão do pai, à espera que o resto da bagagem aportasse no navio seguinte. (...)»
«(...) Ao segundo almoço conheceu (...) um maneta espanhol que vendia cautelas em Moçambique chamado Dom Miguel de Cervantes Saavedra, antigo soldado sempre a escrever em folhas soltas de agenda e papéis desprezados um romance intitulado, não se entendia porquê, de Quixote (...).»
Uns fazem-no directamente no computador, outros ditam simplesmente o texto a outra pessoa para esta o teclar, poucos usam ainda a máquina de escrever e alguns rabiscam palavras com a sua própria letra, quase ilegível, em folhas de papel. É o caso de Lobo Antunes, autor de As Naus, livro onde coabita «gente conhecida de há muitos séculos, personagens distantes das aventuras históricas, marítimas e muitas vezes trágicas, e que por artes literárias acabam na dimensão de humanos que um dia lhes pertenceu», conforme se lê na lombada. Deixo um pequeno excerto para abrir o apetite...
«(...) Era uma vez um homem de nome Luís a quem faltava a vista esquerda, que permaneceu no Cais de Alcântara três ou quatro semanas pelo menos, sentado em cima do caixão do pai, à espera que o resto da bagagem aportasse no navio seguinte. (...)»
«(...) Ao segundo almoço conheceu (...) um maneta espanhol que vendia cautelas em Moçambique chamado Dom Miguel de Cervantes Saavedra, antigo soldado sempre a escrever em folhas soltas de agenda e papéis desprezados um romance intitulado, não se entendia porquê, de Quixote (...).»
26 de março de 2007
Substituto à altura
Sábado passado foi dia de limpezas lá em casa. Para iniciar as hostilidades, a parte traseira dos aposentos: marquise, cozinha e casa de banho, esta última da minha inteira responsabilidade. Após anos a querer distância do cubículo das ablações diárias, nos dias que correm não sinto qualquer náusea em limpá-lo (a fundo, diga-se) mesmo sem a ajuda de luvas apropriadas.
Tempos houve em que até me recusava a lavar loiça se não tivesse tais apetrechos a envolverem os meus delicados e aquilinos dedos, com os quais embalava amores platónicos ao som de bossa nova. Está visto, à medida que avançamos na idade vamos ficando mais exigentes numas coisas e bastante menos noutras.
Ainda no que toca às limpezas, nada melhor do que fazê-las acompanhado por música. Mas, desta vez, como emprestei o mini-aparelho para ouvir CD’s que habitualmente está na marquise, vi-me obrigado a recorrer ao pequeno televisor que estaciona por ali perto de modo a dar ambiente à cena.
Impossibilitado de ouvir o programa Radar 20 Anos (97.8 FM), no ar de segunda a sexta-feira, entre as 20 e as 23 horas – «a música que marcou uma geração 20 anos depois...», dizem eles – o VH1 revelou ser um substituto à altura. Senão, vejam algumas das pérolas dos eigthies que passaram no dito canal da TV Cabo: Duran Duran, Rio; Peter Gabriel, Sledgehammer; Michael Jackson, Bad; A-Ha, Take on Me; New Order, Blue Monday; Maddona, Like a Prayer; Chris Isaak, Wicked Game; REM, Loosing my Religion; Guns N’ Roses, November Rain; Beastie Boys, Sabotage...
Tempos houve em que até me recusava a lavar loiça se não tivesse tais apetrechos a envolverem os meus delicados e aquilinos dedos, com os quais embalava amores platónicos ao som de bossa nova. Está visto, à medida que avançamos na idade vamos ficando mais exigentes numas coisas e bastante menos noutras.
Ainda no que toca às limpezas, nada melhor do que fazê-las acompanhado por música. Mas, desta vez, como emprestei o mini-aparelho para ouvir CD’s que habitualmente está na marquise, vi-me obrigado a recorrer ao pequeno televisor que estaciona por ali perto de modo a dar ambiente à cena.
Impossibilitado de ouvir o programa Radar 20 Anos (97.8 FM), no ar de segunda a sexta-feira, entre as 20 e as 23 horas – «a música que marcou uma geração 20 anos depois...», dizem eles – o VH1 revelou ser um substituto à altura. Senão, vejam algumas das pérolas dos eigthies que passaram no dito canal da TV Cabo: Duran Duran, Rio; Peter Gabriel, Sledgehammer; Michael Jackson, Bad; A-Ha, Take on Me; New Order, Blue Monday; Maddona, Like a Prayer; Chris Isaak, Wicked Game; REM, Loosing my Religion; Guns N’ Roses, November Rain; Beastie Boys, Sabotage...
23 de março de 2007
Onde é que isto vai parar?
Segundo um estudo realizado a nível ibérico pela empresa CPP, no segundo semestre de 2006, cerca de 71 por cento dos portugueses afirmaram não escrever uma carta há vários anos. Além disso, 53 por cento envia apenas SMS quando está de férias, em vez de postais, enquanto oito em cada dez prefere aquele modo para desejar feliz aniversário ou bom Natal. Em Espanha, os números são ligeiramente inferiores: 43 e 36 por cento, respectivamente.
O estudo revela outros dados, igualmente interessantes, como o facto de o telemóvel ser utilizado para evitar conversas indesejadas. Neste aspecto, 46% dos portugueses (contra 54% dos espanhóis) confessaram ter desligado algumas vezes o aparelho e atribuíram o corte à perda de sinal, para não terem de manter uma conversa aborrecida.
Ouçamos Peter Hall, responsável da CPP: «O telemóvel converteu-se na ferramenta perfeita para decidir com quem queremos e não queremos falar, bastando para tal olhar para o visor, ver quem está do outro lado e aceitar ou rejeitar. Enquanto forma de contacto é inclusive uma ferramenta que mudou consideravelmente os canais de comunicação: escrever cartas e postais passou à história, agora a moda é escrever SMS, que podem ser enviados a qualquer momento e a partir de quase todos os locais». Elucidativo. Qualquer dia não sabemos escrever com a nossa própria mão, apenas teclar...
O estudo revela outros dados, igualmente interessantes, como o facto de o telemóvel ser utilizado para evitar conversas indesejadas. Neste aspecto, 46% dos portugueses (contra 54% dos espanhóis) confessaram ter desligado algumas vezes o aparelho e atribuíram o corte à perda de sinal, para não terem de manter uma conversa aborrecida.
Ouçamos Peter Hall, responsável da CPP: «O telemóvel converteu-se na ferramenta perfeita para decidir com quem queremos e não queremos falar, bastando para tal olhar para o visor, ver quem está do outro lado e aceitar ou rejeitar. Enquanto forma de contacto é inclusive uma ferramenta que mudou consideravelmente os canais de comunicação: escrever cartas e postais passou à história, agora a moda é escrever SMS, que podem ser enviados a qualquer momento e a partir de quase todos os locais». Elucidativo. Qualquer dia não sabemos escrever com a nossa própria mão, apenas teclar...
22 de março de 2007
Os Templários, Tomar e Gualdim Pais
Falar de Tomar e da região envolvente não é possível sem mencionar a Ordem dos Templários, que aí fixou sede a partir de 1160, sob o comando de Gualdim Pais, e seria posteriormente denominada de Cristo por D. Dinis, quando aquela foi extinta, em 1312.Existem referências ao passado por toda a cidade, cujo auge aconteceu no período em que o Infante D. Henrique por lá viveu, altura em que Tomar era local importante, encaixado entre Lisboa e Porto, a meio caminho da Ibéria.
Homem culto e empreendedor, juntou a sua fortuna pessoal às imensas posses da Ordem de Cristo, da qual seria nomeado regedor em 1420, para impulsionar a expansão marítima portuguesa. Muito da turba turística é impulsionada pelo facto de o conjunto arquitectónico constituído pelo Castelo Templário e o Convento de Cristo ter sido classificado pela UNESCO como Património Mundial em 1983, mas o local vale bem a visita. Aqui fica alguma informação sobre o assunto:
Criada em 1120 por cavaleiros instalados em Jerusalém, para incarnar duradouramente a ideia das cruzadas – proteger os peregrinos a caminho da Terra Santa –, a Ordem do Templo desenvolveu-se em todo o Ocidente e estendeu-se na defesa dos Estados Latinos do Oriente e depois até à Península Ibérica. Vítima de um processo fabricado pelo rei de França Filipe, O Belo, e seus conselheiros, viria a ser suprimida em 1312.
Em Portugal, D. Dinis salvou os Templários da aniquilação ao criar a Ordem de Cristo, que herdou todo o seu património e vocação, e viria a ter papel fundamental na afirmação do país e na expansão marítima. Segundo o historiador José António Saraiva, em O Crepúsculo da Idade Média em Portugal, "(…) tem sido descurado em Portugal o papel desempenhado pelos Templários e pelos seus sucessores, os freires de Cristo. A Ordem dos Templários (...) tomou parte na tomada de Santarém, em 1147 [a que se seguiu, no mesmo ano, a conquista de Lisboa], sendo por isso bem recompensada por D. Afonso Henriques (…)".
Paladino do primeiro rei de Portugal, o qual se intitulava irmão da Ordem, Gualdim Pais nasceu em Amares (1118) e morreu em Tomar (1195), lugar que fundou em 1157. Combateu os mouros ao lado de Afonso Henriques, tendo sido feito cavaleiro pelo soberano, em Ourique (1139). Partiu depois para a Palestina, onde esteve durante cinco anos, mas de volta ao reino seria ordenado quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal (1157), então ainda com sede em Soure. Três anos mais tarde fundou o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo, passando a partir dessa altura e ser a sede dos Templários em solo lusitano.
Obra também consultada: A Grande Aventura dos Templários: da Origem ao Fim, de Alain Demurger
20 de março de 2007
As coisas que eu fiquei a saber...
Sempre que chego a um lugar ou uma região que não conheço, ou me é pouco familiar, seja em Portugal ou no estrangeiro, procuro tomar-lhe o pulso através dos jornais locais, um pouco à maneira do que faziam os escritores e viajantes nos séculos XIX e princípios de XX, quando assentavam poiso em território novo e indagavam sobre as tricas do momento.
Assim, recém-chegado a Tomar, depois de pernoitar em Constância, comprei os dois semanários disponíveis nas bancas, O Templário e Cidade de Tomar, fundados respectivamente em 1925 e 1934, o último dos quais assinalou o 72º aniversário precisamente no dia 17. As coisas que eu fiquei a saber...
Fiquei a saber que Ana da Conceição, a Anita, como é carinhosamente conhecida a popular natural de S. Miguel, freguesia da Madalena (Tomar), festejou, no dia 12, um século de vida junto da família em plena forma física.
Fiquei a saber que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, de visita à barragem de Castelo de Bode e arredores, dormiu de 12 para 13 na Estalagem de Vale Manso, em Martinchel, e deixou a seguinte mensagem escrita no livro de honra do estabelecimento: "Bela vista, tranquilidade absoluta e bom serviço".
Fiquei a saber que, no dia 10, abriu em Ourém mais um centro comercial, o Vila Shopping, que agrupa quatro marcas do grupo Mosqueteiros (Intermarché, Stationmarché, Vetimarché e Bricomarché) e inclui 22 lojas.
Fiquei a saber que o Museu dos Fósforos, situado no Convento de S. Francisco, em Tomar, único do género em Portugal e cuja colecção exibe mais de 40 mil caixas e carteiras de amorfos de todo o mundo, registou um aumento do número de visitantes na ordem dos sete por cento em 2006, ano durante o qual compareceram no local 17024 pessoas, 15204 de nacionalidade portuguesa, 1820 oriundos do estrangeiro.
Fiquei a saber que a Sinagoga de Tomar, o templo hebraico mais antigo existente no nosso país, recebeu pela primeira vez, em 2006, mais visitantes portugueses do que estrangeiros, num total de 26951 entradas, divididas entre 13958 lusitanos e 12993 forasteiros.
Fiquei a saber que os tomarenses queixaram-se da fraca divulgação dada pela Câmara Municipal à presença na cidade, durante o fim-de-semana de 10 e 11, da estrutura organizativa do concurso "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista de 21 monumentos finalistas contém dois da região, o Castelo de Almourol e o Convento de Cristo.
Fiquei a saber que o Fátima, líder destacado da Série C da II Divisão, voltou a conhecer o sabor da derrota, após 17 jogos sem perder, na deslocação ao sempre complicado terreno do Sporting da Covilhã, numa partida da 19ª ronda.
Fiquei a saber que o árbitro rebentou com a equipa do Cartaxo, segundo as palavras do treinador Jorge Peralta, perdedor na visita à Madeira para defrontar o Santana, por 2-1, em jogo da 20ª jornada da Série E da III Divisão.
Fiquei a saber que a indígena Catarina Godinho, do Clube de Atletismo de Ferreira do Zêzere, sagrou-se campeã nacional de estrada em marcha, ao vencer a prova disputada em Ferreira do Alentejo.
Assim, recém-chegado a Tomar, depois de pernoitar em Constância, comprei os dois semanários disponíveis nas bancas, O Templário e Cidade de Tomar, fundados respectivamente em 1925 e 1934, o último dos quais assinalou o 72º aniversário precisamente no dia 17. As coisas que eu fiquei a saber...
Fiquei a saber que Ana da Conceição, a Anita, como é carinhosamente conhecida a popular natural de S. Miguel, freguesia da Madalena (Tomar), festejou, no dia 12, um século de vida junto da família em plena forma física.
Fiquei a saber que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, de visita à barragem de Castelo de Bode e arredores, dormiu de 12 para 13 na Estalagem de Vale Manso, em Martinchel, e deixou a seguinte mensagem escrita no livro de honra do estabelecimento: "Bela vista, tranquilidade absoluta e bom serviço".
Fiquei a saber que, no dia 10, abriu em Ourém mais um centro comercial, o Vila Shopping, que agrupa quatro marcas do grupo Mosqueteiros (Intermarché, Stationmarché, Vetimarché e Bricomarché) e inclui 22 lojas.
Fiquei a saber que o Museu dos Fósforos, situado no Convento de S. Francisco, em Tomar, único do género em Portugal e cuja colecção exibe mais de 40 mil caixas e carteiras de amorfos de todo o mundo, registou um aumento do número de visitantes na ordem dos sete por cento em 2006, ano durante o qual compareceram no local 17024 pessoas, 15204 de nacionalidade portuguesa, 1820 oriundos do estrangeiro.
Fiquei a saber que a Sinagoga de Tomar, o templo hebraico mais antigo existente no nosso país, recebeu pela primeira vez, em 2006, mais visitantes portugueses do que estrangeiros, num total de 26951 entradas, divididas entre 13958 lusitanos e 12993 forasteiros.
Fiquei a saber que os tomarenses queixaram-se da fraca divulgação dada pela Câmara Municipal à presença na cidade, durante o fim-de-semana de 10 e 11, da estrutura organizativa do concurso "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista de 21 monumentos finalistas contém dois da região, o Castelo de Almourol e o Convento de Cristo.
Fiquei a saber que o Fátima, líder destacado da Série C da II Divisão, voltou a conhecer o sabor da derrota, após 17 jogos sem perder, na deslocação ao sempre complicado terreno do Sporting da Covilhã, numa partida da 19ª ronda.
Fiquei a saber que o árbitro rebentou com a equipa do Cartaxo, segundo as palavras do treinador Jorge Peralta, perdedor na visita à Madeira para defrontar o Santana, por 2-1, em jogo da 20ª jornada da Série E da III Divisão.
Fiquei a saber que a indígena Catarina Godinho, do Clube de Atletismo de Ferreira do Zêzere, sagrou-se campeã nacional de estrada em marcha, ao vencer a prova disputada em Ferreira do Alentejo.
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